terça-feira, 16 de setembro de 2014

Eleições difíceis

Sempre soube que as eleições são um momento difícil na vida dos políticos, mas de muito proveito para a política como um todo, um espaço aberto à discussão e ao exercício da cidadania.

Em tempos passados, com que empenho as corrente ideológicas se batiam nas primeiras eleições para presidente. Com que vontade assistíamos, participávamos de tudo.

Nos dias de hoje, não faço a menor ideia em quem votar. Tudo o que sei é que após as eleições, os empréstimos do Governo Federal à energia elétrica vão ser repassados ao cidadão (aqui no Paraná, já tentaram um aumento de 35% mas o Governo do Estado autorizou apenas 25%).

A única coisa que posso mudar: dinheiro brasileiro financiando metrô na Venezuela e porto em Cuba. Quem sabe eu possa até conseguir de volta a refinaria que a Colômbia tomou do Brasil?

Nos tempos atuais, as eleições não abrem o espaço que precisamos para discutir o Brasil que queremos. Minha resposta pessoal é: NÃO! Não aceito a continuidade o que está aí.

Parafraseando os petistas de 1989: eu quero mudança!

Curtas

3- A propaganda eleitoral da Dilma em 2010 era "Para o Brasil continuar crescendo". Hoje a BBC Brasil estampa a matéria "Por que o Brasil parou de crescer?", afirmando que "Agora é oficial: o Brasil parou de crescer".

2- Notícia no Valor Econômico neste mesmo dia 16: "Governo corta incentivos à JAC Motors". Apesar da notícia aparentemente ruim para a  JAC, empresa automotiva chinesa, esta ainda pode retomar a construção de fábrica em Camaçari-BA. Neste caso, receberá o aporte de R$ 2 bilhões do Banco do Estado e do BNDES para concluir a obra. Começo a entender porque Eike Batista dizia que "o BNDES é o melhor banco do mundo".

1- Duas notícias neste 16 de setembro de 2014, no Estadão:
- Supremo Tribunal Federal autoriza auxílio-moradia para juízes federais
- Sem teto e PM entram em confronto durante reintegração no centro


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