Conhecemos o Fábio tomando cerveja no balcão do Pick Nick, bar em
Santa Felicidade, bairro de Curitiba. Jovem robusto, trabalhador e competidor de
Jiu Jitsu, sua expressão gentil e voz suave nos proporcionou uma noite agradável, em diálogos sucessivos.
Naquela noite em que travamos contato, Fábio entreteve a mim e minha
esposa em conversa fluída e animada, sobre cotidiano, política e religião. Ateu,
ele afirmou não crer no céu, mas com uma fala surpreendente: “eu não acredito
que o Céu exista, mas eu quero que exista, porque eu quero que a minha mãe
possa entrar lá”.
Enternecido com seu pensar, propus a ele um caminho para o
céu, com base em cuidados com o próximo, o necessitado, no qual se atende a Jesus.
Afinal, a Deus importa que as mães entrem no Paraíso, mas que lá não estejam sozinhas.
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