Mais um horizonte de incertezas, com as maiores empresas do país desvalorizadas nas bolsas mundo afora. O que acontecerá daqui para frente? O cenário se revela ainda mais incerto que na queda de Dilma. Lá, ao menos, havia a expectativa de um nome para assumir o poder, mas agora...
O Brasil está todo errado, desde as bases: as famílias estão presas em suas casas, acuadas pela bandidagem, mas vulneráveis às obscenas TVs abertas ou pagas e seus padrões tortos de beleza, estampados em bundas gordas, barrigas tanquinho e braços sarados, tudo recoberto de tatuagens que por vezes mais parecem manchas na pele.
Famílias escancaradas à Internet, que no limite tem ceifado vidas tenras, perdidas para o maligno “desafio” da baleia azul, com jovens entregando a própria saúde e a vida para algum desconhecido distante, em nome de cessar ameaças à sua família. Como se algo fosse pior que a perda de uma vida jovem.
Mesmo a religião que renova o espírito já dá espaço a quem desfigure a orientação espiritual, casos previstos por Jesus, de “cegos guiando cegos”.
O Estado dá suporte financeiro a vagabundos, ladrões, assassinos e estupradores, enquanto suas vítimas têm direito ao pranto e ao tratamento psiquiátrico.
Mesmo a Educação já não firma esperança às novas gerações, com escolas viradas em antros de propagação de comportamentos aleatórios, em uma crise de autoridade tal, que mesmo os professores percebem-se acuados, senão pelos alunos, por seus pais. Condições de trabalho asfixiantes.
Faltam recursos para ações estruturantes, sobram verbas para o futebol, festas e toda sorte de obra pública e negociata política. Aliás, há partidos políticos em excesso e um vazio de orientações ideológicas.
Uma única certeza: o Brasil precisa estancar a sangria, cessar a corrupção epidêmica, de Norte a Sul e das esferas federal à municipal. Chega de impunidade, chega de jeitinho. E basta de decisões malucas nas vias enviesadas de uma Justiça notabilizada por decisões contraditórias que beneficiam malandros, apenados e bon vivants, em detrimento do homem de bem.
O Brasil precisa acabar com as inversões e refazer uma escala de valores coerente, em que o trabalhador tem direito a salário justo, jornada de trabalho decente, aposentadoria no tempo certo, com valores definidos em coerência ao tempo trabalhado.
O Brasil não pode mais bancar cargos comissionados, benefícios aos ocupantes de cargos públicos, super-salários, aposentadorias estapafúrdias.
O Brasil não aceita mais a cultura da bunda, da malandragem e do jeitinho. O Brasil tem de fechar as portas ao erro, à sacanagem, ao malfeito.
O Brasil tem de preservar o meio ambiente, repeito à vida indígena, desmatamento zero! Punições severas aos predadores da fauna!
O Brasil tem de encontrar a saída para o atoleiro em que se enfiou sua sociedade.
Um bom ponto de partida reside em acabar com a impunidade, as 10 medidas contra a corrupção não podem mais esperar para valer.
Outro bom começo está em reduzir castas sustentadas pela massa trabalhadora. A carga de impostos é altíssima e o retorno de serviços ao cidadão é precário. Isso também tem de mudar.
A Lavajato tem de seguir adiante e literalmente lavar o que está podre em todo e qualquer partido político. O Brasil caiu na cilada ardilosa do maior esquema de corrupção da história mundial. É preciso erradicar esses muitos erros, o Brasil só conseguirá reerguer estando limpo dessa sujeira.
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