Para mim, a melhor mensagem está no diálogo final entre Ben Stiller - o guarda do museu - e Robin Willians, no papel do Presidente Theodore Roosevelt (um boneco de cera representando o presidente americano). Esse diálogo traz um ponto de vista peculiar para uma situação crítica:
Ben Stiller - Eu não sei como será a minha vida a partir de amanhã.
Robin Willians - Que empolgante!
A mensagem que captei foi que a incerteza pode ser encarada como um fator de empolgação, fantástico!
Mas não posso me furtar a falar do que me pegou mais no coração: A última atuação do brilhante Robin Willians. Logo que vi o trailer me espantei de saber que veria um filme novo dele, afinal de contas!
Robin Willians... assisti a tantos de seus ótimos filmes que cheguei a me irritar quando o filme era só bom. Assisti inúmeras vezes a Good Morning Vietnam, que intrepretação, quanta energia!! Sociedade dos Poetas Mortos, quanto me inspira a provocar mudanças positivas nas gerações mais novas, criar um novo pensar! Uma babá quase perfeita, arrancando gargalhadas na pele de Mrs. Doubtfire. E mauitos mais: Hook, a volta do Capitão Gancho, Amor além da vida, Câmera indiscreta, Gênio indomável, Homem bi-centenário,...
A diversidade dos papéis que interpretou, a agilidade com que modificava sua voz, as expressões faciais com que transmitia uma completa alegria, sincera simpatia, profundo pesar,... Com tantas qualidades, o que lhe faltou? Por que saiu de cena mais cedo?
Para respostas sem perguntas, nada melhor que resposta a todas as perguntas: Jesus. Que Ele perdoe suas faltas e, considerando o quanto você trabalhou tão bem os seus muitos talentos, que o aceite e o acolha na morada eterna. Que a luz do dia que nunca cessa brilhe para ti. Robin Willians, esteja com Deus.
Nos créditos do último filme em que atuou, uma singela homenagem ao ator:
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| "A magia nunca acaba!" |
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